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Resenha | Ghostgirl, Tonya Hurley

Sinopse: Charlotte Usher está no último ano do ensino médio e se sente praticamente invisível na escola, até que um dia fica invisível de verdade. Pior ainda: morre. E tudo por causa de um cara e uma bala de goma. Mas ela está tão desesperada para ser popular que o desejo permanece mesmo após sua morte repentina. Aproveitando suas habilidades de fantasma, Charlotte não descansará enquanto não conseguir o amor de Damen, o garoto dos seus sonhos. Romance de estreia da autora e cineasta Tonya Hurley e best-seller da lista do New York Times, o livro foi traduzido para mais de vinte idiomas, incluindo francês e espanhol, e é o primeiro volume da trilogia Ghostgirl. 
Autora: Tonya Hurley
Páginas: 320
Tipo: Livro

Minha Opinião

  A frase "Como ser popular depois de morta" me deixou bastante curiosa, apesar de saber que o livro talvez fosse algo mais imaturo e que não me agradasse tanto resolvi fazer o investimento e fiz três descobertas incontestáveis: Primeiro, o livro realmente não me agradou tanto; Segundo, a edição brasileira apesar de não ser tão feia ou diferente das demais, economizou bastante no quesito cores para impressão; E terceiro, prefiro não descobrir tão cedo como é o outro lado.

 Narrado em terceira pessoa, conhecemos a Charlotte Usher que está no seu ultimo ano do colégio e completamente decidida a ser finalmente notada pelos seus colegas e por Damen, o garoto por quem está apaixonada. O pequeno infortúnio inesperado no destino de Charlotte é que logo no seu primeiro dia de aula - quando a sorte parece sorrir para ela - ela se engasga com uma bala e morre - nesse momento eu rir descontroladamente. Tudo deste momento para frente é história. Charlotte que nunca foi notada enquanto viva, agora luta para ser popular depois de morta além de ainda desejar o amor de Damen.

 Este é o primeiro livro de uma trilogia que ainda não estou certa de que acompanharei mas, é inegável a criatividade da autora em muitos aspectos. Ao longo da história vamos conhecer vários personagens que tiveram sua vida interrompida tão inusitadamente quanto Chalotte e que tentam descobrir qual o seu "assunto pendente" que os empatam de "encontrar a luz".

 Enfim, depois de toda a leitura eu não sabia se tinha compaixão pela personagem ou simplesmente achava graça de tudo que acontecia e apesar da economia nas cores cada capitulo tem uma ilustração inicial e no verso, um pequeno parágrafo com o que nos espera. Como já falei, não sei se investiria para conhecer os outros livros da trilogia e com toda certeza não o indicaria para ninguém maior que 14 anos mas, deixo aberto a quem quiser viver a experiência.


Beijos, Milla Almeida.



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